O desfile atrasou porque se aguardava a chegada da atriz Catherine Deneuve, mas o diretor artístico da marca, Anthony Vaccarello, regressou de forma glamourosa e espetacular ao calendário oficial da Semana da Moda de Paris.

Aclamadas pelo público reunido na fonte de Trocadero, Carla Bruni-Sarkozy, Charlotte Gainsbourg, Rossy de Palma e Catherine Deneuve estavam na primeira fila do desfile, realizado ao ar livre, o que fez com que fosse mais fácil para os participantes dispensarem a máscara.

Vestidos colados ao corpo, exibidos por modelos de saltos altos foram o ponto forte da coleção. Em preto, cor fetiche do estilista, azul ou orquídea, com estampados florais "tirados dos arquivos e mais agressivos do que nunca".

Blazers clássicos com ombros fortes pareciam significar "a dissolução dos géneros". São usados com calças ajustadas ou sobre pernas nuas.

“Esta coleção é um desejo de emancipação, para retomar o fio condutor de uma sedução subversiva, palavra essencial que às vezes se cala”, destacou Anthony Vaccarello.

Novidade no lado darre  silhueta: vestidos bem longos, brancos, pretos ou vermelhos, com ombros pronunciados. “Longos, muito longos, pois mostrar-se hoje é uma arte", destacou o estilista.

Luvas de cores vivas, vermelhas ou azuis deram força aos looks, juntamente com grandes joias douradas.

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