Kenzo faleceu no domingo, num hospital nos arredores de Paris.

"É um momento muito triste (...). Queremos expressar as nossas mais sinceras condolências pela morte de Kenzo Takada, embaixador da arte e da cultura do nosso país em todo o mundo", declarou o porta-voz do governo, Katsunobu Kato.

No Twitter, a governadora de Tóquio, Yuriko Koike, manifestou o seu "respeito pelo seu incrível talento".

Nos jornais locais, aparecem as declarações de Junko Koshino, uma amiga de Kenzo, com quem partilhou nas décadas de 1950 e 1960 a mesma escola de moda em Tóquio. Ela disse "ainda não acreditar" na sua morte.

"Pedi-lhe por favor que cuidasse de si. Que não saísse. E ele disse-me 'não te preocupes'. Vou ter cuidado com o vírus", contou a estilista.

A escola de moda Bunka Gakuen, de Tóquio, juntou-se às homenagens, destacando que o seu célebre ex-aluno foi uma fonte de inspiração para jovens talentos.

A sua morte também foi amplamente comentada pelos seus fãs nas redes sociais japonesas.

"Adorava os seus estampados florais e os seus perfumes. Obrigado por todas as coisas maravilhosas que me ensinaste. Maldito coronavírus", escreveu um utilizador do Twitter.

"Estou em choque... As cores dele inspiravam-me", disse outro utilizador. "Odeio o coronavírus, ele tirou-me muitas coisas", completou.

Kenzo Takada foi o primeiro estilista japonês a triunfar em Paris, cidade que tornou o seu nome famoso e onde desenvolveu toda a sua carreira.

Em plena Fashion Week de Paris, a sua morte causou uma enxurrada de homenagens no mundo da moda.

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