Também conhecida como lipo sem bisturi, a cavitação é um dos métodos de combate às gorduras que irritantemente se foram instalando onde não deviam. Não invasivo, este procedimento, fácil de realizar, é muito procurado por mulheres mas também por homens, que veem aqui uma forma de atacar a gordura abdominal. Esta técnica é, contudo, contraindicada para a zona dos lábios, do rosto e em zonas de mucosas.

Também deve ser evitada na zona correspondente ao coração, no pescoço e nos seios e em áreas do corpo que se encontrem com varizes ou feridas ativas. Estas são as cinco coisas sobre cavitação que precisa de saber antes de se submeter a um tratamento deste género:

1. Aplica-se há décadas para combater adiposidades localizadas. No entanto, os primeiros equipamentos não tinham estabilidade suficiente nem profundidade de penetração.

2. A cavitação funciona especialmente bem em casos de acumulação de gordura localizada. Quanto mais pura for a gordura e menos componentes circulatórios e edematosos tiver, melhor atuará.

3. É impossível fazer uma cavitação efectiva de uma zona como a abdominal em 20 minutos. A sua eficácia é diretamente
proporcional ao tempo utilizado. A fórmula mais correta é dividir a zona em quadrantes de 10x10 centímetros e dedicar a cada um oito a dez minutos.

4. Para que se produza uma cavitação estável é imprescindível que a frequência emitida concorde com a frequência absorvida por cada tecido e isto depende da sua densidade, profundidade do local onde se encontra e a forma da cavidade que o contém.

5. As máquinas de cavitação não são todas iguais. As frequências utilizadas, a capacidade de mudar a sua emissão de acordo com a densidade do tecido, o foco de emissão e a potência variam. E todas estas características influenciam a eficácia deste tratamento.

Texto: Rita Caetano

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