Afogamento infantil: vamos deixar que este verão seja igual aos outros?
créditos: APSI

Embora o verão seja sinónimo de calor, diversão, praia e piscina, a verdade é que esta é considerada uma das piores épocas do ano devido aos afogamentos com crianças. Todos os anos morrem, em média, 9 crianças na sequência de um afogamento. Foi com estes dados em mente que a Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) lançou a campanha “A Morte por Afogamento é Rápida e Silenciosa”.

“É verdade que o número de mortes e internamentos com crianças e jovens diminuiu muito face a 2003, primeiro ano em que a APSI lançou a campanha ‘A Morte por Afogamento é Rápida e Silenciosa’, mas continua a ser inaceitável os casos de afogamentos a que assistimos todos os anos: acontecem sempre da mesma forma e são facilmente evitáveis”, refere Sandra Nascimento, Presidente da associação.

Só nos últimos quatro anos, morreram 35 crianças e 129 foram alvo de internamento. Tendo em conta os meses mais críticos que se avizinham - julho e agosto – a APSI pretende alertar os pais para os perigos que se escondem em locais com piscinas assim como nos rios/ribeiras/lagoas onde eventualmente poderão passar férias com os mais pequenos.

“Nas piscinas acontecem com as crianças mais pequenas, em casa ou perto dela, com os adultos presentes; nos rios, ribeiras e lagoas com as crianças mais velhas, quando vão passear ou brincar com os amigos ou familiares para estes locais”, acrescenta a responsável.

Recorde-se que a maior parte dos afogamentos acontece com rapazes e com crianças dos 0 aos 4 anos de idade. Para além disso – e ao contrário do que se possa pensar - o afogamento acontece em muito pouca água, é rápido e silencioso.

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