Implementado no quadro do compromisso anteriormente assumido pela Comissão de afetar 4 por cento do orçamento comunitária a ajuda humanitária à educação, este projeto será orientado para regiões onde as crianças correm maior risco de exclusão escolar ou de perturbação do processo educativo, designadamente no Médio Oriente (especialmente Síria e Iraque), África Oriental, Central e Ocidental, Ásia, Ucrânia, América Central e Colômbia.

“Estamos hoje a cumprir e a ultrapassar o nosso compromisso de quadruplicar o apoio à educação em situações de emergência de 01% para 04% do orçamento para ajuda humanitária, passando de 11 milhões de euros em 2015 para 52 milhões de euros em 2016”, sublinhou o comissário responsável pela Ajuda Humanitária e Gestão de Crises.

Segundo Christos Stylianides, “ao investir agora na educação das crianças apanhadas em zonas de conflito e noutras situações de emergência”, a UE está a fazer “um investimento contra o risco de uma geração perdida e um investimento para o futuro”.

O financiamento anunciado esta terça-feira apoiará o acesso à educação em situações de emergência, incluindo educação sobre os riscos das minas, competências para a vida e formação profissional, atividades recreativas e apoio psicossocial.

As crianças beneficiarão igualmente do fornecimento de material escolar e da criação de novas infraestruturas escolares, e os professores, os pais e as outras pessoas que se ocupam das crianças beneficiarão igualmente de formação, precisa a Comissão Europeia.

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