As inscrições dos alunos que vão entrar no 1.º ano de escolaridade em setembro deveriam ter terminado na terça-feira, mas o Ministério da Educação (ME) decidiu prolongar o prazo das matrículas por mais 24 horas, depois de reiteradas queixas de encarregados de educação que alertaram para problemas da plataforma.

Hoje, o presidente da CNIPE, Rui Martins, contou à Lusa que o problema persiste: “O sistema está sempre a crachar e os pais estão a ter muitos problemas para realizar as inscrições. Só hoje já recebemos cerca de 60 mensagens a queixarem-se de não conseguirem aceder à pagina das matrículas”.

Para Rui Martins “é necessário que o Ministério da Educação prolongue o tempo das matrículas e descubra o que se está a passar com o portal”.

Ao final da manhã de terça-feira, 94% dos alunos já estavam inscritos, segundo dados do ministério que lembrou que tem havido picos de acesso ao portal, como durante a tarde de terça-feira em que se realizaram “40 mil transações por segundo”.

Devido à pandemia de covid-19, o ministério tentou reduzir ao máximo o contacto entre pessoas recomendando, por isso, a opção das matrículas online: No ano passado, cerca de 75% das matrículas fizeram-se nas secretarias da escola, ao passo que, este ano, cerca de 85% das matrículas já realizadas foram feitas ‘online’, segundo dados da tutela.

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