A escola necessita de requalificação "urgente", porque as infraestruturas estão "degradadas" e sem condições para servir a comunidade escolar, frisa o município, num comunicado enviado à agência Lusa. Segundo a autarquia, em dezembro de 2017, a direção do Agrupamento de Escolas de Moura pediu ajuda ao município após uma rotura que deixou inundada a secretaria da escola.

Depois da rotura, o presidente da Câmara de Moura, Álvaro Azedo, pediu a técnicos da Divisão de Obras e Serviços Urbanos do município para efetuarem um levantamento do estado das infraestruturas da escola e das intervenções necessárias.

Os técnicos, em conjunto com a direção do agrupamento, concluíram que a escola necessita de obras de conservação e requalificação, num investimento que deverá rondar os 500 mil euros.

As intervenções necessárias

Substituição de janelas, estores, portas interiores, instalações sanitárias e pavimentos, revisão da rede elétrica, criação de um laboratório de física e química e trabalhos de pinturas são as intervenções necessárias na escola detetadas pelos técnicos, refere o município.

O presidente da câmara, o chefe da Divisão de Cultura, Património e Desporto do município, Francisco Semião, e o diretor da comissão administrativa provisória do agrupamento, Carlos Calhau, vão reunir-se, no dia 08 de março, com a secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão.

Na reunião, a delegação de Moura vai "sensibilizar" o Ministério da Educação para "a necessidade urgente de requalificação" e para as "dificuldades de funcionamento" da escola, "sobretudo no que toca ao pessoal não docente".

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