Não é por falta de condições financeiras que a caixa de cartão chegou para ficar. A ideia não é recente, surgiu na Finlândia no século passado, nos anos 30, e está a espalhar-se pelo mundo. Um hospital de Londres começou há cerca de dois anos a distribuir caixas semelhantes.

Estas caixas impedem que as crianças se virem sobre si próprias e morram por asfixia ou morte súbita. Na Finlândia, o método surgiu nos anos 30 e ajudou o país a alcançar uma das mais baixas taxas de mortalidade infantil do mundo.

Neste país, todas as mulheres grávidas recebem do Governo um kit que inclui uma caixa com roupa, lençóis e brinquedos. A caixa é usada como cama nos primeiros meses de vida do bebé.

A prática ganhou força sobretudo quando o Governo finlandês ofereceu um destes kits ao príncipe William e à duquesa de Cambridge pelo nascimento do príncipe George.

Em 2014, três pais finlandeses criaram uma empresa para distribuir estas caixas para clientes em diferentes países. Duas americanas fizeram o mesmo. E existe uma empresa similar no Reino Unido. Agora a moda chegou ao outro lado do oceano Atlântico.

Segundo a BBC, o estado de Nova Jérsia tornou-se no primeiro do país a adotar um programa amplo de distribuição de caixas de cartão, que pretendem precisamente servir como berços para os recém-nascidos.

Também no México, em agosto do ano passado, o governo da Cidade do México colocou em prática o projeto "Cunas CDMX" (cunas significa "berço" em espanhol), inspirado no modelo finlandês. O objetivo era atingir 10 mil famílias e acompanhar a gravidez daquelas com menos recursos financeiros para combater a mortalidade infantil.

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