A notícia é avançada hoje pelo Diário de Notícias. De norte a sul, há escolas sinalizadas para encerrar, algumas há cerca de uma década. Na maioria dos casos as escolas continuam a funcionar por falta de alternativas ou devido à oposição das autarquias locais.

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Na semana passada foi publicada uma lista de 63 estabelecimentos, a maioria dos quais no Interior Centro e Lisboa e Vale do Tejo, cuja autorização "excecional" de funcionamento termina no final do ano letivo. Algumas destas escolas estão sinalizadas para fechar desde que a ministra Maria de Lurdes Rodrigues passou pela pasta da Educação, entre 2005 e 2009.

No entanto, o encerramento de escolas começou em 2002, com já cinco mil antigas primárias fechadas desde então.

Segundo o Diário de Notícias, no Agrupamento de Escolas da Sé, no distrito da Guarda, há quatro pequenos estabelecimentos com ordem de fecho: as básicas de Vila Fernando, Carvalheiro, Castanheira e Rapoula. Na Covilhã, o agrupamento de Escolas Frei Heitor Pinto conta com três básicas nessa lista: Coutada, São Jorge da Beira e Vales do Rio.

Ao referido jornal, o Ministério da Educação confirma que "há escolas que podem ver essa licença prorrogada", mas adia todas as decisões para reuniões da rede escolar que têm início em março.

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