No âmbito do Dia Mundial das Doenças Raras que se celebra hoje, a Bebé Vida, banco 100% português de criopreservação das células estaminais do sangue do cordão umbilical, recorda que um em cada cinco portugueses sofre de uma doença rara e que estudos recentes demonstram sucesso na utilização de células estaminais do cordão umbilical no tratamento de doenças raras como a DMI (Degenerescência Macular da Idade). Os primeiros resultados de um ensaio clínico que consistiu no tratamento inovador com células estaminais embrionárias infundidas nas retinas de duas mulheres quase cegas, renovam a esperança para as pessoas afetadas pela DMI, que afeta pelo menos 5 milhões de pessoas na Europa. As conclusões do ensaio foram publicadas recentemente no The Lancet e, segundo os especialistas, representam um grande passo no que respeita às pesquisas com células estaminais. As células estaminais têm a capacidade de se diferenciar em vários tipos celulares e de se renovar e dividir indefinidamente. No caso das células que se encontram no sangue do cordão umbilical, o seu isolamento e criopreservação (conservação através de ultracongelação) proporcionam aos recém-nascidos e familiares a sua eventual utilização no tratamento de doenças genéticas ou degenerativas. Segundo Sílvia Martins, administradora do Laboratório Bebé Vida “algumas patologias de doença rara não têm acesso a terapêuticas farmacológicas, quer pela sua inexistência, quer pela difícil disponibilização no mercado, pelo que a esperança da descoberta de uma terapia mais eficaz com base na aplicação das células estaminais em algumas doenças raras mais frequentes, será uma grande mais-valia para estes doentes e um grande impulso para os avanços científicos nesta área”.
29 de fevereiro de 2012

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