Milhões de crianças estão sujeitas a trabalho forçado, exploração sexual e escravatura, revela a Organização Mundial do Trabalho, no dia em que se assinala a proibição e condenação do trabalho infantil.
"Não há tempo para complacências quando 215 milhões de crianças em todo o mundo têm que trabalhar para sobreviver e mais de metade destas estão expostas às piores formas de trabalho infantil, incluindo a escravatura e o envolvimento em conflitos armados", revela o diretor geral da OMT, Juan Somavia.
Apesar de 88% dos 185 países membros da Organização terem ratificado a convenção que impõe uma idade mínima para se começar a trabalhar, nota-se que nem todos põem em prática este diploma, sobretudo na economia informal, onde as crianças são chamadas a fazer os mais variados tipos de trabalho que contrariam os seus direitos.
A OMT chama a atenção ainda para o facto de haver "relativamente poucos casos" em tribunal contra práticas de trabalho infantil e que as sanções contra os que dele se aproveitam são "demasiado fracas para serem dissuasores eficazes".
Assim, o alerta da Organização, nesta data, vai em três sentidos: ratificação universal das convenções da OIT sobre trabalho infantil; políticas e programas nacionais para assegurar o progresso efetivo na eliminação do trabalho infantil: e ação para construir o movimento mundial contra o trabalho infantil.
12 de junho de 2012

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