Maha Vajiralongkorn, o polémico rei da Tailândia, continua a dar que falar nas redes sociais pelos motivos mais insólitos.

Segundo o jornalista Andrew MacGregor Marshall, que se encontra a cobrir os acontecimentos do país, esta semana, o monarca deu azo a um momento de enorme "constrangimento".

Isto porque juntou na mesma sala a mulher, a rainha Suthida, e a amante, Sineenat Wongvajirapakdi.

"Estas cerimónias 'kathin' é suposto serem rituais budistas que mostram a virtude dos participantes. O rei Vajiralongkorn tornou-as num 'lakorn' [palavra tailandesa para designar um drama/novela] com um conflito entre a mulher e a amante. Que confusão", escreveu numa publicação na sua conta de Twitter.

Importa notar que, segundo a imprensa internacional, há pouco tempo a rainha concedeu o seu perdão à amante em questão, de forma a que esta se pudesse juntar ao harém que o marido tem na Alemanha. Sabe-se que lá reúne dezenas de mulheres num quarto de hotel que é conhecido pelos empregados como o "quarto do prazer".

É igualmente relevante lembrar que a amante chegou a ser presa, uma vez que quis ocupar o lugar de rainha. Mais tarde libertada, foi considerada numa cerimónia oficial a primeira concubina tailandesa.

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