José Castelo Branco aceitou contar em declarações ao canal de YouTube 'Numeiro' todos os pormenores sobre o episódio que o levou a ser acusado de ter roubado um perfume numa loja do aeroporto de Lisboa.

"Ainda estou traumatizado", começa por dizer o socialite, que justifica o acontecido com uma das suas maiores características: o facto de ser bastante despassarado.

O socialite diz ter-se deslocado à loja para comprar cigarros com ajuda de uma funcionária que empurrava a sua cadeirinha de rodas.

"Fui comprar tabacos e tenho testemunhas", afirma, contando que pediu depois para ir à zona dos perfumes para se perfumar.

Foi precisamente nesse momento que tudo aconteceu e o perfume acabou na mala do socialite. "Estou com o perfume na mãe e depois vê-se eu a a mexer na minha carteira. O que é que eu estava a fazer? Estava à procura do meu cartão de crédito porque queria pagar os cigarros", defende-se Castelo Branco.

Na saída da loja, este diz ter sido abordado por um segurança que o alertou de que tinha na sua mala um perfume que não era seu. Ao perceber o que tinha acontecido, o socialite garante ter explicado que não teria colocado o objeto na sua mala de forma intencional.

Pronto a resolver a situação no momento, Castelo Branco garante ainda ter-se oferecido de imediato para pagar o perfume. Algo que, de acordo com as suas declarações, não foi possível.

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