Angelina Jolie é uma das grandes referências no que diz respeito ao trabalho humanitário, que sempre conjugou com o destaque que conseguiu enquanto atriz de Hollywood. Quanto ao mundo da moda, apesar deste sempre lhe ter passado ao lado, a verdade é que a artista decidi abrir uma exceção à regra e assistir a um desfile em Nairobi, Quénia, no passado mês de junho.

Em entrevista, a atriz recordou a experiência de forma muito positiva: “Este é o meu tipo de desfile: as raparigas mais lindas, sobreviventes, com a cabeça erguida e a trazerem as suas criações e cultura; a mostrar como é possível encontrares a tua feminilidade novamente após seres brutalmente atacada”, referiu.

O abrigo que Jolie visitou é dirigido pela RefuSHE, uma organização não governamental que toma conta de raparigas e mulheres, entre os 13 e os 23 anos, da Somália e do Sudão do Sul, assim como de outras regiões em guerra. “Todas as raparigas que conheci foram separadas das suas famílias ou viram os seus pais a serem mortos. Quase todas sofreram violência sexual e muitas deram à luz após terem sido violadas”, sublinha.

Angelina fez saber que achou cada uma das participantes verdadeiramente fascinantes: “Há tanto talento entre as populações de refugiados que é um desperdício as pessoas não poderem ou não conseguirem trabalhar”, lamentou a atriz.

Este tipo de iniciativas não só cria novas oportunidades de trabalho para estas mulheres, como contribui para o desenvolvimento económico das próprias comunidades.

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