Esta sexta-feira, dia 22, Cláudio Ramos e Maria Botelho Moniz receberam no programa 'Dois às 10', da TVI, os duques de Bragança.

D. Duarte Pio e Isabel de Herédia partilharam a sua história de amor que começou com uma amizade na adolescência.

Recordando o dia em que foi pedida em casamento, Isabel nota que na altura pediu para pensar e hoje explica porquê.

"Hesitei porque iriam haver mudanças na minha vida. Não foi tão difícil como eu pensava, mas na altura assustei-me um bocadinho", confessou.

Questionada sobre o motivo pelo qual não se revelou um desafio tão grande, esta explica que como ela e o marido eram melhores amigos desde os 16 anos (sendo que se conheceram na infância), o conhecimento que tinham um do outro ajudou a que o casamento corresse bem.

O matrimónio aconteceu a 13 de maio de 1995, tendo sido um evento que juntou centenas de pessoas à porta da igreja para presenciar o momento.

"Tive um bocadinho de ansiedade, claro. Quando cheguei e vi as pessoas lá fora pensei que estavam lá há tanto tempo e que tinham de me ver primeiro que os outros. Achei que mereciam e comecei logo por quebrar o protocolo", lembra, recordando que foi aí que tirou o véu.

Entretanto da relação nasceram três filhos: Afonso, Maria Francisca e Dinis.

Depois de verem uma reportagem na qual os três lhes agradeciam pela educação que receberam, Isabel notou: "Tentamos sempre ajudar a desenvolver os talentos que têm, não nos intrometermos nas escolhas. Acho que são três pessoas bem formadas, normais, terra à terra. Sempre tive medo que subisse de alguma maneira à cabeça, mas não".

E será que estes podem casar com um plebeu, isto é, uma pessoa que não possua um título real?

A esta pergunta Isabel de Herédia respondeu: "Acho que o mais importante é a formação da pessoa. Não pode haver preconceito nem de um lado, nem de outro. Há patetas entre as pessoas que têm título e as que não. É ter formação e os valores que nós temos. Eles sabem que têm essa liberdade e tenho a certeza de que vão escolher bem".

Agora é esperar para ver o que o futuro reserva a cada um deles. No caso de Afonso, cujo título é príncipe da Beira, há alguns meses este destacou-se na comunicação social depois de ter desempenhado o cargo de bombeiro voluntário de Lisboa.

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