Despedimo-nos de mais um ano e começa agora uma nova etapa. Para trás ficaram novas memórias e só nos resta esperar por aquilo que o futuro reserva.

2018 chegou ao fim e estivemos à conversa com Nuno Markl, que fez uma retrospetiva daquilo que viveu no ano passado.

Além disso, o humorista e animador da Rádio Comercial falou sobre as tradições que mantém na noite do réveillon.

Mas não ficou por aqui. Nuno Markl não deixou de enumerar alguns dos seus desejos para 2019.

Estamos a chegar ao fim de mais um ano… Como descreve 2018?

Foi um ano importante e trabalhoso. Ver a minha série, '1986', estrear na RTP e na RTP Play e gerar ali um culto instantâneo foi emocionante. A isto junta-se a peça 'Lusitânia Comedy Club: O Porquê da Coisa', que foi uma odisseia para pôr em prática mas que encheu salas e fez muita gente rir, e o livro das 'Páginas de Livros Infantis Rejeitadas'. Foi um ano cheio de projetos pessoais.

Tem algum tipo de tradição na passagem de ano?

Não como passas, porque odeio. As passas são o zombie da uva. Nunca comi, e acho que não me fizeram falta. Mas entro no Ano Novo, à meia-noite, com o pé direito. Os últimos segundos do ano velho são com o pé no ar.

Ano Novo, vida nova? Quais os desejos para 2019?

Menos estupidez e intolerância no mundo. Os últimos anos têm sido de uma escalada de agressividade e ignorância absolutamente lunáticas. Desejo que os extraterrestres nos venham visitar e sejam boa gente, e também que o filme que escrevi, 'Manual de Instruções', seja feito e que as pessoas o vão ver. E que não nos falte a inspiração, a mim e à Marisa, para criar toneladas de 'Páginas Rejeitadas' novas.

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