Durante quatro sessões, o workshop de "Caligrafia Chinesa" revela os segredos desta arte milenar, através do ensino das técnicas básicas do uso do pincel e da tinta e da observação de obras de antigos calígrafos.

Ao longo dos cinco mil anos da história da civilização chinesa, a escrita tornou-se numa arte singular devido às suas características pictográficas. Tradicionalmente, os caracteres são escritos com instrumentos e material de escrita específicos – o pincel e a tinta chinesa – num papel especial, fabricado com raízes de árvores, como o bambu, palha de arroz e, até, fibras de seda e de algodão.

“Arquitectura e Arte Indo-Portuguesas. O Nome e as Coisas.”, coordenado por Paulo Varela Gomes, pretende conduzir à discussão de questões acerca da Arquitectura e das artes dos católicos de Goa, que a história, tanto de Portugal como da Índia, não tem abordado frequentemente.

Foi nas igrejas goesas e nas casas católicas de Goa que teve origem praticamente toda a arte católica da Índia desde o século XVI em diante, e essas expressões artísticas, que se designaram por “arte indo-portuguesa” no século XIX, em circunstâncias muito particulares, precisam de ser melhor esclarecidas.

Por último, o curso “O Japão num piscar de olhos”, coordenado por Eduardo Kol de Carvalho, aborda os seculares laços de amizade luso-nipónica, sedimentados através de um forte intercâmbio cultural no passado, mas também, no presente.

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