Antúrios, costelas-de-adão, azáleas, begónias, damas-da-noite, hibiscos, hortênsias e tulipas são algumas das muitas variedades botânicas que podem ser tóxicas para os cães, pelo que deve evitar cultivá-las no seu jardim se possui canídeos. Além de irritação e sensação de queimadura na boca, na língua e nos lábios dos animais, chegam a causar uma salivação excessiva, a gerar vómitos e até provocar dificuldades em engolir.

Essa está, todavia, longe de ser a única queixa de muitos jardineiros amadores com mascotes. "Tenho o jardim cheio de plantas mas os meus cães destroem-nas", lamenta Lurdes Macedo, residente numa aldeia nos arredores de São João da Madeira. "Não pisam mas estragam as plantas com a urina. Que tipo de plantas podem resistir a isto?", questiona ainda esta dona de casa, leitora habitual da revista Jardins.

Se se trata de cadelas, deve saber que ao contrário dos cães, que urinam em diversos locais, estas fazem as necessidades sempre no mesmo sítio. Deve impedir que façam as necessidades no relvado, levando-os a passear com regularidade ou isolando a área que pretende proteger. Também seria aconselhável criar uma zona própria para os seus cães evacuarem, à base de areia de rio, por exemplo, que deverá limpar diariamente.

Não existem, no entanto, soluções milagrosas. As plantas mais resistentes aos cães são, por norma, as que se encontram protegidas por arames, defendem, contudo, muitos especialistas. Para proteger os seus canteiros, deve, por isso, recorrer a gradeamentos que impeçam os canídeos de conseguir ter acesso às variedades botânicas que cultiva no seu jardim. As melhores são as que têm uma altura que impeça os cães de o fazer.

Plantas à prova de cães. O que pode fazer para as proteger

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