“Foram recenseadas cerca de 3,9 mil explorações certificadas para a produção em modo biológico (+210% que em 2009), um terço das quais em Trás-os-Montes”, indica o documento publicado hoje.

A área em produção biológica era em 2019 de 211 mil hectares, dos quais 69% pastagens permanentes e 9% prados temporários e culturas forrageiras destinadas à produção pecuária biológica.

Segundo o INE, nas culturas biológicas destacam-se os olivais com 20,8 mil hectares, os amendoais com cinco mil hectares, as vinhas com 3,8 mil hectares e as hortícolas com 1,7 mil hectares.

Estes são os primeiros resultados de âmbito nacional do RA2019, cuja recolha de informação decorreu entre outubro de 2019 e novembro de 2020.

No final de março de 2021 serão disponibilizados os resultados definitivos, indica o INE.

Com a divulgação dos dados definitivos serão disponibilizados outros indicadores, entre os quais as ajudas e subsídios e o destino da produção agrícola.

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