"Houve uma falha técnica, não foram feitas as análises que deveriam ter sido feitas. Detetou-se um problema e havia dificuldade em garantir até onde ia a contaminação. Numa questão de dúvida, resolveu-se destruir tudo para não haver preocupação com a saúde pública", disse à Lusa o presidente da Cooperativa de Produtores de Queijo de Idanha-a-Nova, João Fernandes.

Este responsável explicou que, por precaução, foram destruídas e retiradas do mercado várias toneladas de queijo da cooperativa, com sede na vila de Idanha-a-Nova, distrito de Castelo Branco. "O prejuízo é avultado, mas neste momento é difícil quantificá-lo", sustentou.

"Assim, ficamos descansados. Privilegiamos sempre a qualidade. Fomos dos primeiros a ser certificados ao nível da segurança alimentar e gestão de qualidade, pelo que achamos que esta era a forma mais correta de atuar", adiantou.

João Fernandes sublinhou ainda que este problema surgiu há cerca de três semanas e a principal preocupação da cooperativa "foi erradicar o problema".

"Tudo o que nos levantou dúvidas foi resolvido. Há um conjunto de regras estabelecidas. O problema surgiu e cumprimos essas regras para resolver o problema", concluiu.

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