Redfield pediu aos norte-americanos que se preparem nos próximos meses e que tomem a vacina contra a gripe.

"Existe a possibilidade de que o ataque do vírus na nossa nação no próximo inverno seja realmente mais difícil do que o que acabamos de atravessar", declarou Redfield em uma entrevista ao jornal Washington Post publicada na terça-feira à noite.

"Nós teremos a epidemia de gripe e a epidemia de coronavírus ao mesmo tempo", completou.

Os Estados Unidos registam mais de 800.000 casos de COVID-19 desde o início da pandemia, de acordo com o balanço da Universidade Johns Hopkins, com quase 45.000 mortes, o maior número para um país.

Milhares de milhões de pessoas no mundo receberam instruções para permanecer nas casas nas últimas semanas para tentar evitar o colapso dos sistemas de saúde por uma propagação em larga escala do vírus, altamente contagioso.

Como em muitos outros países, as autoridades americanas encontram dificuldades para garantir o número suficiente de ventiladores para os pacientes e equipamentos de proteção para os profissionais da saúde.

Redfield disse que o vírus chegou aos Estados Unidos justamente quando a temporada de gripe, que por si só pode aumentar a pressão sobre centros de saúde, estava a dissipar-se.

Se as duas doenças tivessem atingido o pico ao mesmo tempo, afirmou ao Post, "poderia ter sido muito, muito, muito difícil" para o sistema de saúde.

Tomar a vacina contra a gripe "pode permitir que exista uma cama de hospital disponível para a sua mãe ou avó, caso elas sejam infetadas com o coronavírus".

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