"Hong Kong está no seu momento mais crítico", disse a ministra da Saúde, Sophia Chan, que pediu à população que "cancele todas as saídas inúteis".

Apenas oito dos 113 novos casos registados na quarta-feira eram pessoas oriundas do estrangeiro.

As autoridades não conseguiram identificar a fonte de transmissão em 60% dos casos, o que significa que a doença está a espalhar-se.

Mais de 800 casos de contágio foram confirmados nas últimas duas semanas. No total, em Hong Kong, foram relatadas 2.132 infeções e 14 mortes. 

As autoridades ordenaram há pouco mais de duas semanas novas medidas, como o encerramento de ginásios e discotecas, o uso obrigatório de máscaras nos transportes e, a partir de quinta-feira, em todos os espaços públicos fechados.

A ex-colónia britânica, de 7,5 milhões de habitantes, foi uma das primeiras áreas afetadas pela epidemia depois que surgiu no centro da China.

No início, obteve resultados muito bons na luta contra a COVID-19, a ponto de quase ter parado a contaminação local no final de junho.

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