No início de um debate organizado pelo PSD sobre eutanásia, Passos Coelho acentuou a importância de um debate profundo sobre esta matéria, sublinhando que ninguém se pode sentir mandatado “pelo seu partido ou pelos eleitores” para uma decisão antes desta discussão, mas deixou um alerta.

“No final, em consciência, não podemos deixar de nos incomodar e tomar posição, não podemos deixar andar, não podemos não decidir para ser simpáticos e não incomodar”, defendeu, salientando que as questões da consciência "não podem servir para esconder" o que se pena. “Teremos de decidir, com dúvidas devemos decidir de forma prudente, aqueles que tiverem mais convicção não podem deixar de partilhar os fundamentos com os outros”, acrescentou.

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Lembrando que o PSD sempre deu e continuará a dar liberdade de voto em matérias de consciência, o líder social-democrata assumiu que ele próprio já fez uma reflexão sobre o assunto e, depois de ouvir os argumentos que forem sendo apresentados, não deixará de a expressar publicamente.

“Não deixarei de, a tempo, deixar bem claro perante todo o público político e social aquela que é a minha firme convicção nesta matéria, por mais duvidas que esta convicção possa transportar”, disse.

Entretanto, o ex-deputado e dirigente bloquista João Semedo informou que vai entregar na próxima semana o seu anteprojeto de lei sobre a morte assistida.

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