As overdoses de drogas fatais estão a aumentar as doações de órgãos e as investigações revelam que os transplantes correm tão bem como os dos pacientes que recebem órgãos de dadores mais tradicionais, revela hoje um estudo.

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O estudo revelado hoje, pela Annals of Internal Medicine, explica que as doações relacionadas com overdoses não são uma solução para a escassez de órgãos nos Estados Unidos, uma vez que existem mais de 115 mil pessoas na lista de espera, salientando que poucas mortes por overdose ocorrem em circunstâncias que permitem a doação de órgãos.

Ainda assim, o estudo concluiu que os órgãos provenientes de mortes por overdose funcionam bem o suficiente para que, quando estejam disponíveis, serem considerados para os candidatos a transplantes.

O que é e como se faz um transplante de órgãos?

Um transplante (ou transplantação) é a transferência de células, tecidos ou órgãos vivos de uma pessoa (o dador) para outra (o recetor) ou de uma parte do corpo para outra (por exemplo, os enxertos de pele) com a finalidade de restabelecer uma função perdida.

O transplante pode trazer enormes benefícios às pessoas afetadas por doenças que, de outro modo, seriam incuráveis. O transplante de outros órgãos pressupõe geralmente encontrar um dador compatível, bem como aceitar os riscos que implica submeter-se a uma grande cirurgia, utilizar poderosos fármacos imunossupressores, enfrentar uma possível rejeição do órgão transplantado e ultrapassar complicações graves ou inclusive a morte.

De qualquer modo, nos casos de pessoas cujos órgãos vitais (como o coração, os pulmões, o fígado ou a medula óssea) deixaram de funcionar corretamente e é impossível que recuperem o seu funcionamento normal, o transplante de um órgão são pode oferecer-lhes a única possibilidade de sobrevivência.

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