João Paulo dos Santos Silva refere que "já cerca de metade da população nacional recorre à osteopatia, muitas vezes até recomendada por profissionais de medicina convencional. A fisioterapia trata o problema em si, a osteopatia, sobretudo a integral, trata a causa. Menos dor equivale a maior e melhor qualidade de vida, logo menor recurso aos serviços médicos do SNS".

Segundo o especialista, "existem casos de pessoas que apenas pelo tratamento da dor e por terem maior mobilidade começam, em poucos meses, a apresentar, por exemplo, menores valores de colesterol, diabetes. A melhoria de mobilidade ajuda no combate à obesidade, um dos grandes problemas da sociedade atual. As seguradoras em Portugal começam também agora a aperceber-se da importância da osteopatia, e começam aos poucos a incluí-la nas suas apólices esta terapia".

A osteopatia utiliza as mãos como tratamento, o que reduz o custo em comparação com a serie de fármacos utilizados, a que acresce a despesa monetária de compra e os efeitos colaterais, explica João Paulo dos Santos Silva.

De acordo com o Estudo das Doenças Reumáticas em Portugal, 20% dos portugueses sofrem de osteoartrose, sendo esta patologia a segunda causa nacional de incapacidade, absentismo e reforma antecipada.

João Paulo dos Santos Silva diz que "se há dor, é porque existe um desequilíbrio estrutural ou funcional, que o osteopata tenta resolver com uma terapia exclusivamente manual, sem medicamentos ou procedimentos invasivos".

"Depois de um diagnóstico inicial, resultado de uma cuidadosa história clínica, o osteopata identifica assimetrias, sensibilidade e dores, alterações de amplitudes articulares, tanto por observação visual como pela manipulação. Os problemas associados ao sedentarismo, como as dores de costas devido à postura ou as lesões por esforços repetidos, conseguem ser significativamente reduzidos em poucas sessões, com a vantagem adicional de se reaprenderem os movimentos para evitar esforços indevidos. A osteopatia é desta forma particularmente eficiente na melhoria da mobilidade, o que afeta o bem-estar geral", acrescenta.

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