Em comunicado, a agência da ONU declara o "fim da transmissão do vírus ébola" na Guiné-Conacri, depois do país superar 42 dias - o dobro do período máximo de incubação - sem nenhum novo caso desde o segundo exame com resultado negativo do último paciente.

A origem exata da infecção do último surto não está ainda determinada, mas de acordo com a OMS parece "provavelmente" relacionado com a exposição a fluidos corporais infetados de um sobrevivente.

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Mas ainda existe o risco de novos casos, adverte a OMS.

"Temos que continuar a vigilância para assegurar a deteção rápida de novos casos", afirma Abu Beckr Gaye, representante da OMS no país.

A epidemia de ébola na África ocidental, a mais grave desde a identificação do vírus em 1976, começou em dezembro de 2013 na Guiné-Conacri, antes de atingir a Libéria e a Serra Leoa. Os três países concentraram mais de 99% dos casos.

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