Em 2018, a doença matou 53.886 pessoas contra 54.765 em 2017 e registaram-se 145.038 novas infeções contra 146.638 no ano anterior.

Mais de 1,2 milhão de moçambicanos estavam em tratamento antirretroviral em 2018, um aumento em relação ao ano anterior, em que o valor era pouco superior a 1,1 milhões.

Dados oficiais indicam que 13,2% da população moçambicana, com idade entre 15 e 49 anos está infetada pelo VIH.

O CNCS considerou hoje fundamental travar as infeções em adolescentes para que as futuras gerações fiquem livres da epidemia.

“Reconhecemos que se conseguirmos mudar a forma de pensar destas meninas e meninos, que constituem a nossa janela de esperança, quem sabe, no futuro, teremos uma geração livre de HIV/sida”, declarou a secretária-executiva adjunta do CNCS, Idalina Libombo.

Libombo apontou os desafios no combate à doença numa conferência de imprensa de lançamento das comemorações do Dia Mundial de Luta Contra a Sida, que se assinala a 01 de dezembro – sendo que o programa será marcado por palestras e marchas com mensagens evocativas da data, em todo o território nacional.

O estancamento de infeções entre adolescentes exige uma forte mobilização intersetorial, nomeadamente na educação e saúde, acrescentou.

“É exatamente por isso que estamos a trabalhar nas escolas, no sentido de adiarem a sua primeira relação” ou para que o façam “de forma informada”, declarou.

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