Marta Temido respondia à agência Lusa sobre queixas de pessoas que tiveram um contacto de alto risco e que têm dificuldade em encontrar um laboratório disponível para fazer um teste PCR de rastreio aos vírus SARS-CoV-2, que provoca a covid-19.

“De facto, há um sinal de preocupação relativamente àquilo que é a dificuldade que as pessoas têm estado a reportar de fazer alguns agendamentos, mas temos também que perceber que neste momento todos aqueles que podem contribuir para a melhoria da situação estão a trabalhar em conjunto para o poder fazer”, afirmou a ministra nas declarações à Lusa no Ministério da Saúde.

Marta Temido apontou que, desde a associação de distribuidores, a Associação Nacional de Farmácias, ao Ministério da Saúde, aos laboratórios, às farmácias à própria academia, há um envolvimento de todos para “disponibilizar o maior número de testes possível e à maior velocidade possível”.

Adiantou que estas situações de “saturação da procura” estão a acontecer em vários países da Europa. “Compreendemos a situação, mas uma vez mais temos que ter alguma paciência porque estamos todos a trabalhar no sentido de disponibilizar o melhor resultado possível”, vincou.

Dados do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge divulgados no domingo indicavam que “Portugal alcançou, nos dias 23 e 24 de dezembro, dois novos máximos de testagem diária à covid-19, com mais de 620 mil testes de diagnóstico realizados em apenas dois dias”, sendo a taxa de positividade de 4,6%”.

Segundo o INSA, do total de testes efetuados, cerca de 132 mil foram testes TAAN/PCR e mais de 488 mil Testes Rápidos de Antigénio (TRAg) de uso profissional. Estes números não incluem os autotestes.

Até domingo, foram realizados em Portugal mais de 25 milhões de testes de diagnóstico, aproximadamente 16,2 milhões de testes TAAN/PCR e cerca de 8,9 milhões de TRAg de uso profissional.

Em dezembro, Portugal registou números de testagem diária superiores a 100 mil testes em 19 dos 24 dias já contabilizados, tendo em quatro desses dias superado a fasquia dos 200 mil testes diários.

A covid-19 provocou mais de 5,40 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.909 pessoas e foram contabilizados 1.303.291 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

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