"Os resultados obtidos mostraram que o efeito benéfico, tradicionalmente reconhecido para a água termal de Monfortinho, na melhoria do estado das doenças da pele, é suportado em resultados laboratoriais que evidenciam a capacidade desta água para reduzir a proliferação e o metabolismo das células que contribuem para o desenvolvimento de doenças como a psoríase e a dermatite atópica", explica, em comunicado enviado à agência Lusa, a administração das termas de Monfortinho.

Os resultados do projeto de investigação realizado entre março de 2017 e dezembro de 2018 foram recentemente publicados no "International Journal of Biometeorology".

Este resultou do trabalho conjunto de duas equipas de investigadores, uma da Universidade da Beira Interior (UBI) liderada por Ana Palmeira de Oliveira e outra da Universidade de Coimbra (CNC-UC) liderada por Teresa Cruz Rosete, que trabalharam em conjunto para validar o uso tradicional das águas termais da região Centro.

O projeto de investigação avaliou o potencial bioativo destes recursos endógenos e contribuiu para suportar na ciência o efeito da água termal de Monfortinho nas doenças da pele.

Do trabalho desenvolvido pelas investigadoras resultaram várias apresentações em congressos científicos e em eventos para a comunidade, sendo este o segundo artigo científico publicado, encontrando-se ainda mais dois a aguardar decisão dos jornais científicos.

O financiamento esteve a cargo do Centro2020, com fundos especificamente aplicados para a valorização de recursos endógenos (PROVERE) e foi gerido pela Associação de Termas de Portugal - Termas Centro.

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