Segundo a presidente do conselho de administração do HDS, Ana Infante, até ao final de maio, realizaram-se 61.524 consultas externas, mais 1.076 (1,8%) que no período homólogo, a maioria das quais primeiras consultas (mais 626, numa subida de 3,7%), tendo as subsequentes registado um aumento de 450 consultas (mais 1%).

Em comunicado, a administração do HDS afirma que houve mais 62 doentes operados na cirurgia programada face ao período homólogo, representando mais 2,3% em termos relativos, e atribui esse crescimento sobretudo à atividade na Cirurgia de Ambulatório, onde foram intervencionados 1.933 doentes, mais 55 relativamente ao período homólogo, representando um acréscimo de 2,9%.

“A Cirurgia Convencional e a Cirurgia Urgente também acompanharam este movimento de subida, tendo apresentado, respetivamente um acréscimo de 0,8% e 0,6%”, afirma.

O HDS refere ainda uma melhoria nos indicadores da taxa de ambulatorização, com aumento para os 70%, e na taxa de registo de Verificação de Segurança Cirúrgica, que subiu 0,5% relativamente ao período homólogo (97,3%).

A administração salienta o aumento do número total de partos (mais 36 que no período homólogo), “acompanhado de uma grande melhoria no indicador de qualidade e eficiência referente à taxa de cesarianas, que registou um decréscimo de 28,7% para 26,4%”.

Aponta ainda a redução da demora média no internamento em 0,2 dias (de 8,5 para 8,3 dias).

“Na Urgência, apesar do aumento do número de atendimentos em 1,3%, verificou-se um aumento da percentagem de atendimentos dentro do tempo de espera previsto no protocolo de triagem, que regista atualmente 80,6%", e uma diminuição do peso dos Utilizadores Frequentes, que baixou 1,41 pontos percentuais (de 3,8% para 2,4%), acrescenta.

A atividade em Hospital de Dia registou um acréscimo face ao período homólogo, com mais 8,4% de sessões realizadas e 4,9% doentes.

Ana Infante afirma que, apesar da procura ter crescido, com a lista de espera para cirurgia a registar no mês abril um aumento de 1.350 doentes relativamente ao período homólogo, “a mediana do tempo de espera para cirurgia no HDS registou uma redução em 1,5 meses (de 5,6 meses, em 2018, para 4,1 meses, em 2019).

“Estes resultados são o reflexo do empenho de todos os profissionais envolvidos que se esforçam diariamente para o alinhamento da sua atividade com a estratégia do atual conselho de administração”, afirma.

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