Segundo o relatório da Science Translational Medicine, o estudo foi feito com ratos com cancro de mama e faz parte de um movimento incipiente que explora alternativas à quimioterapia em doses altas.

"A nova abordagem pode prolongar a sobrevivência sem progressão do cancro de mama", estima Pedro Enríquez-Navas do Centro e Instituto de Investigação H. Lee Moffitt, em Tampa, Flórida, principal autor do trabalho.

Os investigadores questionam o uso da quimioterapia padrão, uma vez que este tipo de tratamento elimina o cancro por completo apenas em situações raras, deixando quase sempre células cancerosas resistentes no corpo.

A abordagem alternativa agora proposta consiste em dar pequenas doses contínuas de quimioterapia, que estabilizariam o tumor, "mantendo uma pequena população de células cancerígenas sensíveis às drogas e bloqueando o crescimento das células restantes", lê-se no estudo.

A investigação indica que 60 a 80% dos ratos tratados com esta terapia permanecem mais tempo sem o ressurgimento do cancro.

Os cientistas indicam que são necessários mais estudos.

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