“Compreendo que os profissionais de saúde estão cansados e que são muitas as tarefas, compreendo que a pressão sobre todos é elevada, mas este não é o momento de ninguém desistir e temos a certeza que podemos contar com o melhor de todos”, disse Marta Temido, na conferência de imprensa de atualização de informação relativa à infeção pela covid-19.

A governante fez um balanço da atividade do Serviço Nacional de Saúde após terem sido suspensas as consultas programadas na primeira fase de covid-19, como aconteceu em outros países.

“Portugal suspendeu a prestação de cuidados programados na primeira fase e o SNS tem vindo a recuperar atividade. Este é um equilíbrio para o qual precisamos de contar com todos, embora exija naturalmente níveis de stress que são superiores aquilo que fosse uma simples opção pelo cancelamento de atividade não urgente”, precisou.

Segundo a ministra, em agosto eram menos 920 mil as consultas médicas em cuidados de saúde primários, num volume total situado em 31 milhões de consultas no ano de 2019.

Em maio, eram menos 1,4 milhões de consultas, em junho 1,1 milhões e em julho um milhão.

Portugal registou hoje mais 12 mortos relacionados com a covid-19 e 1.394 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Desde o início da pandemia, em março, este é o segundo maior número de casos de infeção. O maior foi em 10 de abril, com 1.516.

Portugal já registou 2.062 mortes e 83.928 casos de infeção, estando hoje ativos 29.700 casos, mais 735 do que na quinta-feira.

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