“Pelo que nos cuidados intensivos nos ajudaram a fazer e pelo muito que ainda há fazer”, disse Marta Temido, ao entregar a medalha de ouro ao presidente da comissão, João Gouveia.

A governante falava após inaugurar uma das maiores unidades de cuidados intensivos do país, no Hospital Santa Maria, em Lisboa, um investimento de 3,4 milhões de euros que vai permitir acrescentar 25 novas camas de cuidados intensivos, totalizando agora 44.

A unidade tem uma área de 1.300 m2, está apetrechada com equipamentos inovadores no valor de 1,8 milhões de euros e as 25 camas da nova UCI são todas de nível III, indicadas para doentes complexos que necessitam de suporte respiratório por falência multiorgânica.

Além do investimento estatal e de verbas próprias, o Centro Hospitalar e Universitário Lisboa Norte (CHULN) teve doações de vários mecenas, como a Fundação Oriente, Cristiano Ronaldo e o empresário Jorge Mendes.

Depois de inaugurar a unidade, a ministra, na abertura de uma conferência sobre "A Requalificação da Medicina Intensiva do CHULN, EPE", destacou a capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde (SNS) à pandemia e o investimento feito para reforças equipamentos e recursos humanos, sublinhado que agora se vive “um momento de interregno”.

Sublinhando que o combate à covid-19 “ainda não terminou”, Marta Temido insistiu para que se mantivesse o rigor no cumprimento das medidas preventivas e que essa era a melhor forma de agradecer a todos os profissionais de saúde o trabalho desenvolvido.

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