Mais de 36.000 hospitais do país foram destacados para oferecer aqueles serviços, que permitirão a qualquer cidadão ser gratuitamente vacinado contra a raiva, doença viral que todos os anos causa, em média, 2.000 mortos na China, segundo a Organização Mundial de Saúde.

Também permitirá aos pacientes que estiveram em processos de vacinação com doses fornecidas pela empresa implicada no escândalo, a Changsheng Biotech, mudar gratuitamente para inoculações produzidas por outras firmas, informou o jornal Global Times.

Uma investigação à empresa confirmou que a Changsheng recorreu a material fora de prazo no fabrico de vacinas contra a raiva para uso humano, e que não registou corretamente as datas ou os números de série dos produtos, pelo menos desde 2014.

O Global Times detalha que, até à data, não se registaram casos mortais entre pessoas que receberam vacinas adulteradas.

Trata-se do mais recente escândalo de saúde pública na China, acentuando a desconfiança da população.

Já em 2016, mais de 130 pessoas foram detidas na China, num escândalo com a venda ilegal de vacinas fora de validade e armazenadas sem condições.

Em 2008, um outro escândalo de saúde pública na China resultou na morte de seis crianças e danos para a saúde de outras 300 mil, devido a leite em pó contaminado com melamina.

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