Assim, o CHO registou um crescimento das consultas externas de 133.196 em 2013 para 139.297 em 2014, enquanto as cirurgias programadas aumentaram, no mesmo período, de 5.540 para 5.764.

Em contrapartida, registou-se “uma significativa diminuição do tempo médio de espera”, pelo que em 2014 aos utentes daqueles hospitais esperaram, em média, “menos 9,5 dias por uma consulta e menos 20,9 dias por uma cirurgia face ao ano anterior”.

Em 2013 os utentes esperavam 102,4 dias por uma consulta externa e 156,7 dias por uma cirurgia e, em 2014, passaram a esperar, respetivamente, 92,9 e 135,7 dias.

Os números, que não incluem a especialidade de oftalmologia (que só passou a ter cirurgia já em 2014), representam, para o CHO “um balanço positivo da atividade assistencial”, resultante “da política de constante melhoria que tem vindo a ser implementada nas unidades hospitalares que constituem o CHO, após a sua constituição, em 2012”, refere o presidente do CA, Carlos Sá, em nota de imprensa.

O CHO resultou da junção, a 21 de novembro de 2012, do antigo Centro Hospitalar do Oeste Norte (CHON) e do antigo Centro Hospitalar de Torres Vedras (CHTV).

Integra os hospitais das Caldas da Rainha, Torres Vedras e Peniche e serve, além daqueles concelhos, os de Óbidos, Bombarral, Cadaval, Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça (freguesias de Alfeizerão, Benedita e São Martinho do Porto) e de Mafra (com exceção das freguesias de Malveira, Milharado, Santo Estêvão das Galés e Venda do Pinheiro).

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