Alguns dos efeitos secundários incluem a incapacidade de perceção de frequências altas, zumbidos, vertigem, tonturas ou surdez (temporária ou definitiva). "Será relevante ter um especial cuidado na administração de antibióticos a mulheres grávidas, idosos ou portadores de perda auditiva prévia", alerta Pedro Paiva, Audiologista da MiniSom.

"Embora os sintomas variem de pessoa para pessoa, a perda auditiva é possível de evitar se o fármaco for tomado no tempo e quantidade recomendada, limitando a concentração deste na corrente sanguínea", explica.

Os antibióticos mais prejudiciais são os aminoglucósidos, macrólidos e glucopeptídicos, nunca sendo demais ressalvar que se deve sempre "combater o seu uso desnecessário ou inadequado, visto que quase todos os medicamentos têm em si o potencial de comprometer de alguma forma o corpo humano".

Um milhão de pessoas com perda auditiva

"A automedicação e o uso indiscriminado deste tipo de medicamentos têm um lado muito perigoso", conclui Pedro Paiva, lembrando que em Portugal cerca de um milhão de pessoas sofre de perda auditiva.

Outros medicamentos considerados ototóxicos incluem os anti-inflamatórios e salicilatos, diuréticos, salicilatos, antimaláricos, citostáticos e bloqueadores beta.

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