Em comunicado, o Ministério Público confirma a libertação das duas educadoras envolvidas no processo, a portuguesa de 41 anos e a suíça de 24 anos, uma vez que já não existiam fundamentos legais para manter a prisão preventiva.

As educadoras, detidas a 02 de setembro, tinham sido acusadas de danos corporais simples, agressão e violação do dever de assistência e educação, incluindo gestos súbitos e linguagem inadequada, de acordo com o comunicado de imprensa.

A intervenção policial tinha sido feita na sequência de uma denúncia de maus-tratos pelos pais de vários bebés, que levou a polícia de Lugano a instalar um sistema oculto de vigilância nas instalações para confirmar as suspeitas. Após o interrogatório, ambas tinham sido colocadas em prisão preventiva, pena que cumpriram até esta quarta-feira.

Segundo o comunicado, a investigação, coordenada pela procuradora pública regional, prossegue, mas as autoridades afirmam que não vão divulgar mais nenhuma informação.

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