"É nesse sentido que o PCP inscreve para o próximo OE2019 o objetivo de alargamento da gratuitidade dos manuais escolares para os 12 anos de escolaridade obrigatória", afirmou o dirigente comunista Jorge Pires, em conferência de imprensa na sede partidária, Lisboa.

Segundo o PCP, que lembrou as suas iniciativas anteriores pela gratuitidade dos livros nos 1.º e 2.º ciclos da escolaridade, abrangendo cerca de 520 mil alunos (40 milhões de euros), os custos da medida anunciada ascendem a "pouco mais de 100 milhões de euros, um pequeno investimento para o Ministério da Educação".

O membro da comissão política do Comité Central sublinhou "o criticável processo burocrático de cedência dos manuais que o Governo do PS tem em implementação, que apenas tem servido para criar tensão entre as escolas e as famílias e desvalorizar uma conquista relevante".

Devolução é um "procedimento inaceitável"

"A obrigatoriedade imposta aos pais e encarregados de educação, sob compromisso de honra, de devolução dos manuais em bom estado ao estabelecimento de ensino, sob pena do seu pagamento integral, é um procedimento inaceitável, tanto mais quanto os graus de ensino envolvidos", disse.

Para o PCP, "a cedência a título definitivo é a solução que permite que fique garantido que, na relação com o livro, o aluno não esteja condicionado pela ameaça de os pais, caso o manual se degrade, terem de vir a pagá-lo".

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