Estela Pão-Mole, do grupo que organizou o protesto, disse à agência Lusa que os pais estão contra a abertura de "uma só turma, com um professor", para quatro anos de escolaridade, desde o 1.º ao 4.º ano.

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A única turma "tem 17 alunos, três deles têm necessidades educativas especiais", assinalou, considerando que "o próprio docente não terá condições para lecionar e o aproveitamento escolar dos alunos não será igual ao se a turma estivesse dividida".

Segundo a mesma responsável, os pais "não estão contentes com a atual situação" e não vão desistir "até ter uma resposta positiva", nomeadamente a abertura de uma segunda turma e a contratação de mais um professor.

GNR chamada ao local

Hoje de manhã, dia de apresentação na escola, os alunos não entraram, mesmo depois de a GNR - que foi chamada ao local - ter permitido a abertura dos portões, indicou, garantindo que, caso não haja resposta às reivindicações, na segunda-feira, as crianças "não vão entrar novamente".

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Estela Pão-Mole adiantou que o grupo de pais da aldeia de Aguiar, juntamente com a associação de pais e a Câmara de Viana do Alentejo, já enviou "duas cartas para a DGEstE" (Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares), realçando que a resposta foi que "a situação se ia manter".

"E nós pais vamos também manter a nossa posição. Ou seja, só vamos parar até termos uma resposta positiva", insistiu.

Contactada pela Lusa, fonte da GNR confirmou que militares da força de segurança foram chamados à escola de Aguiar para permitir a abertura dos portões.

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