Partindo da ideia de que as comunidades educativas são quem melhor conhece os estudantes e as suas dificuldades, foi criado o Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar (PNPSE), que dá autonomia às escolas para avançar com projetos próprios.

A Estrutura de Missão do PNPSE abriu as candidaturas e as escolas têm agora três semanas, até 11 de julho, para apresentar planos de ação para os anos letivos de 2016/2107 e 2017/2018.

Alterar as dinâmicas de trabalho na sala de aula, reforçar o trabalho de colaboração entre os professores e rentabilizar os recursos das próprias escolas são alguns dos critérios na avaliação das propostas apresentadas.

Através deste projeto, as escolas podem destacar professores (se receberem um crédito horário) e receber verbas do Ministério da Educação, ser financiadas no âmbito do Portugal 2020 ou ter apoios financeiros de empresas e instituições “que se queiram associar aos seus objetivos”, lê-se no Edital do PMPSE.

A ideia é apostar nos anos de início de ciclo e promover a melhoria do trabalho realizado na sala de aula.

As escolas inseridas em Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP) estão excluídas deste projeto, por “terem já planos plurianuais cujos objetivos estão direcionados para a promoção do sucesso educativo de todos os alunos, com intervenção da prevenção e redução do absentismo, do abandono escolar e das situações de indisciplina”, segundo o documento disponível no site da Direção Geral da Educação (http://www.dge.mec.pt).

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