Completar dez anos a cantar em português não é fácil. O que os tem mantido nas luzes da ribalta?
Realmente não tem sido uma tarefa fácil. Mas acho que a nossa longevidade se deve, sobretudo, ao facto de haver um grande respeito por todos aqueles que foram, são e continuarão a ser o nosso oxigénio: os nossos admiradores.
De que forma vão comemorar esta década de carreira?
Vai ser comemorada com um concerto que terá lugar na cidade de grande memória dos elementos da banda, o Porto, mais concretamente na Avenida dos Aliados, no dia 8 de Agosto. Decidimos partilhar esta data com todos aqueles que queriam ver-nos.
Consideram o último trabalho, "Virtual", o melhor de todos que já fizeram?
É sempre difícil responder. A nossa grande motivação é fazer cada vez mais e melhor. Contudo, este trabalho reflecte, sem dúvida, todo o amadurecimento da banda conjugado com a experiência adquirida ao longo destes dez anos de carreira.
O que distingue os Santamaria das restantes bandas portuguesas?
A persistência, a responsabilidade e, sobretudo, um grande sentido de cooperação e capacidade de trabalho dos vários elementos da banda.
Não gostam de usar playback nos concertos. Já passaram por alguma situação caricata a cantar ao vivo?
Como em todas as profissões, existem sempre coisas que acabam por sair do nosso controlo. Algumas caricatas, outras nem por isso.
Pretendem comemorar outros dez anos de carreira ou imaginam-se noutro tipo de projecto profissional?
Será complicado comemorar outros dez anos de carreira, pelo menos no âmbito da dance music. No futuro, imaginamo-nos perfeitamente noutro tipo de projecto musical.
A banda é composta por três rapazes e três raparigas. Como é o ambiente no seio do grupo?
Existe entre todos nós um elo de ligação muito grande, não só no aspecto profissional, mas também no plano pessoal. A banda funciona como se fosse uma grande família.
Acham que se fosse uma banda só de mulheres já tinha acabado?
Talvez tenha alguma razão em relação ao facto de não haver uma grande imagem quando se fala num projecto apenas constituído por mulheres. Contudo, sendo homens ou mulheres, connosco todas as situações são discutidas, tendo em conta as personalidades de cada um.
Venderam mais de 700 mil álbuns, já ganharam um Globo de Ouro e foram considerados os melhores ao vivo. Onde mais gostariam de chegar?
Gostaríamos que mais países, para além dos de língua portuguesa, conhecessem o nosso trabalho. Talvez seja o único objectivo traçado pela banda que ainda se encontra por cumprir, por uma série de incompatibilidades.
A Filipa trabalha com o irmão Tó. É mais fácil ou mais difícil trabalhar em família?
Temos os nossos momentos e as nossas divergências, mas existe sempre um ideal básico que é partilhado por nós, em quase todos os aspectos. Penso que trabalhar em família facilita muito o trabalho.

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