"Quando quem tem poder de mudança se abstém, não está a ser neutro". Foi desta forma que Carolina Deslandes começou por reagir à notícia de que Portugal não subscreveu uma carta assinada por 13 Estados-membros sobre os direitos LGBT na Hungria devido ao "dever de neutralidade".

"Está a escolher a discriminação, o ataque, está a perpetuar a perseguição e, acima de tudo, a permitir que o amor tenha imposições, barreiras e limites. Quando não nos insurgimos e não nos juntamos a uma luta como esta, somos o rosto da vergonha", acrescentou de seguida a cantora numa publicação que fez no Instagram, esta quarta-feira.

"As pessoas da comunidade LGBT continuam a ser perseguidas no mundo, mortas, excluídas, continuam a levantar-se vozes que querem fazer com que os seus membros sintam que têm algo de errado. Não há como ser neutro. Esta 'neutralidade' não só não me representa como me envergonha", completou.

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