Cláudia Jacques é uma verdadeira mulher dos sete ofícios. Empresária, relações públicas, escritora e designer de jóias, a nortenha aceitou agora um novo desafio – ser a protagonista de uma longa-metragem de um grande amigo, o realizador Carlo Carlucci.

No filme, que fala de temas como a violência doméstica e bullying, Cláudia interpretará Sofia, uma mulher pertencente a uma classe social alta e que, segundo diz, nada tem a ver consigo.

“A Sofia é o meu oposto. Eu nunca toleraria uma situação de violência doméstica”, afirma categórica, acrescentando: “O filme é sobre violência numa classe supostamente mais esclarecida, onde muitas vezes as vítimas têm vergonha de assumir publicamente os maus tratos”.

Para esta sua estreia no cinema, Cláudia não tenciona pedir ajuda ao seu eterno namorado e/ou ex-namorado, o experiente ator Ricardo Trêpa. “Os conselhos vou pedi-los ao realizador, porque é com ele que estou a aprender e só ele é que sabe exatamente o que quer fazer e o que espera de mim”, responde a beldade.

Cheia de projetos, Cláudia está a preparar o lançamento para breve de um novo livro. “É o meu diário da Etiópia. Escrevi-o durante o ‘Perdidos na Tribo’, e dá a conhecer ao público o meu dia-a-dia durante o programa da TVI e as emoções vividas a cada momento”, conta.

Há poucos dias, a futura atriz meteu ombros a mais uma missão e aceitou ser madrinha da Associação dos Amigos dos Animais de Santa Maria da Feira. Um gesto simpático e coerente por parte de uma vegetariana de bom coração.

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