Entre 25% a 37% das mulheres com artrite reumatóide (AR) estão excluídas do mercado de trabalho, indicam dois estudos norte-americanos recentes (“Quais são os custos para a sociedade e os benefícios potenciais da gestão eficaz da AR na fase inicial” e “O Impacto cumulativo de uma condição crónica comum”).

A patologia afecta duas a três vezes mais mulheres do que homens, sendo causa frequente de reformas antecipadas e perda de produtividade.

Uma investigação do Instituto Português de Reumatologia indica, no entanto, que a terapêutica com medicamentos biológicos pode ter um efeito benéfico na diminuição das aposentações causadas pela AR.

O Estudo LITE BIO (LIgação Trabalho, REforma e BIOlógicos) analisou a repercussão que o tratamento com medicamentos biológicos tem na reforma antecipada dos doentes com AR e sugere um decréscimo no número de pacientes obrigados a retirar-se devido à patologia.

De acordo com a análise, 34,5% dos doentes tratados com biológicos reformam-se devido à doença, um valor bastante abaixo dos registados em estudos anteriores, em doentes submetidos a outras terapêuticas, em que a percentagem de reforma antecipada era de 43% a 49,6%.

6 de Abril de 2010

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