A ministra da Saúde afirmou hoje que existem unidades mais carenciadas do que as que aparecem nas notícias e disse desconhecer os fundamentos da Ordem dos Médicos na identificação das necessidades de ginecologia e obstetrícia.
A ministra da Saúde, Marta Temido, vai ao parlamento dar explicações sobre o eventual encerramento rotativo dos serviços de urgência externa de quatro maternidades de Lisboa durante o verão.
O bastonário da Ordem dos Médicos (OM) disse hoje que a situação das maternidades é “muito mais grave e complexa” do que tem vindo a ser falado e defendeu uma política de contratação pública para reter os especialistas.
A Ordem dos Médicos reúne esta terça-feira com os diretores clínicos das maternidade e com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) devido à carência de profissionais para assegurar o serviço de urgência durante o verão.
Esta é uma recomendação do Choosing Wisely Portugal – Escolhas Criteriosas em Saúde, um programa da Ordem dos Médicos que visa aproximar médicos e utentes na tomada de decisões em saúde, através da disseminação de informação baseada em evidência científica.
A formação de médicos internos no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), sobretudo na área da neurocicurgia, está a preocupar a Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM), que se encontra a avaliar a situação.
A Ordem dos Médicos vai pedir uma reunião com caráter de urgência à Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) para esclarecer o eventual fecho rotativo das urgências de obstetrícia da capital.
Esta é uma recomendação do Choosing Wisely Portugal – Escolhas Criteriosas em Saúde, um programa da Ordem dos Médicos que visa aproximar médicos e utentes na tomada de decisões em saúde, através da disseminação de informação baseada em evidência científica.
A Ordem dos Médicos (OM) defendeu que os profissionais devem poder optar por trabalhar em exclusivo no serviço público, indicando que já apresentou a proposta ao Ministério da Saúde, mas ainda não obteve resposta.
A Ordem dos Médicos alertou hoje para a urgência de alterar a forma e os prazos dos concursos para especialidades médicas, lembrando o fecho de urgências de ginecologia/obstetrícia por falta de especialistas.
A Ordem dos Médicos exige que a ministra da Saúde dê explicações sobre a falta de anestesistas ao fim de semana no Hospital Pulido Valente, em Lisboa, e vê neste exemplo o “caminho de desmantelamento” seguido por Marta Temido.
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A Ordem dos Médicos vai avaliar a situação que se vive no Serviço de Medicina Interna do hospital de Viseu e promete intervir “muito rapidamente”, disse à agência Lusa o presidente da secção regional do Centro, Carlos Cortes.
A Ordem dos Médicos acusa o Ministério da Justiça de negligência para com os médicos especialistas em Medicina Legal, avisando que a especialidade pode acabar por extinguir-se em menos de 10 anos se não forem tomadas "medidas urgentes".
A Ordem dos Médicos mostrou-se preocupada com o “esvaziamento do Serviço de Medicina Interna” do hospital de Viseu, que terá contribuído para a demissão de seis internistas que eram chefes de equipa do Serviço de Urgência Polivalente.
Portugal é um dos quatro países europeus que ainda não têm a especialidade de medicina de urgência e emergência, mas a Ordem dos Médicos admite estudar em breve a sua criação.
Cerca de 600 mil atendimentos na urgência dos hospitais públicos no primeiro trimestre do ano foram considerados pouco ou nada urgentes, representando quase 40% do total.
A Secção Regional Norte da Ordem dos Médicos (SRNOM) vai distinguir hoje com o 'Prémio Banco Carregosa/SRNOM' uma equipa de médicos e investigadores que provou que o 'bypass metabólico' é "mais eficaz" no tratamento da diabetes e da obesidade.
O Sindicato Independente dos Médicos apelou hoje à população de sete centros de saúde do concelho de Loures, que estão a ser afetados por uma avaria informática, para que se desloquem àquelas unidades apenas em caso de urgência.
As conclusões fazem parte do estudo "Conciliação Trabalho-Família na Profissão Médica: Um Estudo Exploratório", publicado na Acta Médica Portuguesa, no dia em que se assinala o Dia Internacional da Família.
O Governo abriu concurso para contratar 1.264 médicos que terminaram a especialidade nas áreas de medicina geral e familiar, saúde pública e hospitalar, prevendo “o maior contingente de vagas de sempre”, segundo o Ministério da Saúde.