Ainda de acordo com o mesmo estudo, os homens podem reduzir ainda mais o risco se comerem frequentemente maçãs, laranjas e outras fontes ricas em flavonóides.

O estudo incluiu perto de 50 mil homens e 80 mil mulheres. Para a análise, os participantes responderam a questionários e foi também utilizada uma base de dados para calcular a quantidade do consumo de flavonóides. Em seguida, foi analisada a associação entre a ingestão de flavonóides e o risco de desenvolver doença de Parkinson.

Os autores também analisaram o consumo de cinco principais fontes de alimentos ricos em flavonóides: chá, morangos, maçãs, vinho tinto e laranjas ou sumo de laranja. Os participantes foram acompanhados ao longo de 20 a 22 anos. Durante esse período, 805 pessoas desenvolveram a doença de Parkinson. Nos homens, aqueles que consumiam maiores quantidades de flavonóides tinham cerca de 40% menos probabilidade de desenvolver Parkinson do que aqueles que apresentaram um menor consumo destas substâncias.

No caso das mulheres, não foi encontrada esta relação entre o consumo total de flavonóides e o desenvolvimento da doença de Parkinson. No entanto, quando se analisaram diferentes classes de flavonóides, o consumo regular de antocianinas, que são encontradas principalmente nas frutas, foi associado a um menor risco da doença de Parkinson, tanto nos homens, como nas mulheres.

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