Quase metade dos inquiridos nunca fizeram uma avaliação auditiva, nem sequer com o seu médico de família, e só 49% dos indivíduos tem consciência de que a perda auditiva é sinónimo de isolamento social ou de que esta está relacionada com os hábitos de vida (47%).

Segundo os resultados do primeiro "Estudo de Hábitos de Tratamento Auditivo em Portugal", dor, infeção e otite são os principais motivos para procurarem uma avaliação especializada aos ouvidos.

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Por outro lado, três em cada 10 indivíduos portugueses reconhece que não ouve bem e embora os homens sejam mais reticentes em relação aos aparelhos auditivos do que as mulheres, 89% da população pô-los-ia se fosse necessário.

Os portugueses estão de acordo (87%) em relação à pouca atenção que dão aos ouvidos, embora a maioria (85%) saiba que a perda de audição provoca problemas depressivos e de autoestima.

O estudo conclui também que dois em cada três indivíduos ouvem música com auscultadores e pelo menos 39% dos portugueses acredita que o volume de voz que utilizam é mais alto do que o utilizado em outros países.

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