Uma das vítimas morreu na sua residência, na vila de Boane, e a outra faleceu no Hospital Provincial da Matola, anunciou Benigna Matsinhe, diretora-adjunta de saúde pública, numa conferência de imprensa em Maputo.

Estas intoxicações alimentares podem matar
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"Tivemos a informação de casos de diarreia e vómitos relacionados com consumo desta couve", explicou Benigna Matsinhe.

As 28 vítimas, algumas das quais já tiveram alta, são dos bairros Patrice Lumumba, no subúrbio do município da Matola, e Juba, em Boane, e foram internados nos hospitais Provincial de Maputo e José Macamo.

As autoridades moçambicanas fizeram a recolha de amostras para análise laboratorial, além de terem destruído os canteiros dos quais a couve é proveniente.

Para evitar casos futuros, estão em curso palestras destinadas a consciencialização de produtores para observarem as recomendações técnicas na pulverização de alimentos, concluiu Benigna Matsinhe.

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