Ao todo, já foram confirmadas doze mortes pela doença no estado desde janeiro de 2017, porém, ainda existem casos em análise.

Na grande São Paulo, região onde ficam os centros urbanos mais populosos, foram registadas três mortes.

Segundo a Secretaria de Saúde de São Paulo, a vacinação irá começar nas regiões onde o vírus está circulando e em locais onde pode chegar rapidamente, como o litoral, mas o objetivo é que, em um ano, atinja todo o estado.

As autoridades de saúde informaram ainda que o recente surto de febre-amarela tem sido espalhado pelo mosquito Haemagogus, que vive em áreas de floresta.

No entanto, a doença preocupa porque também pode ser transmitida em áreas urbanas pelo mosquito Aedes aegypti, mesmo vetor da dengue, do Zika e da febre Chikungunya.

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