De acordo com o criador do projeto SmarTrans, Nuno Cardoso, ao monitorizar esses transportes - autocarro, metro, comboio, carro, caminhar e estar parado - é possível auxiliar o trabalho dos profissionais de saúde, dando-lhes informações sobre os hábitos de atividade física do utilizador.

O sistema permite "perceber se o idoso tem uma vida sedentária, se existem mudanças nos padrões de movimento diário, fornecer indicação sobre a falta de atividades sociais, se é suficientemente independente" no quotidiano ou se faz exercício suficiente, disse à Lusa o aluno de Engenharia Informática do ISEP.

Com o aumento da esperança média de vida, "é percetível o envelhecimento da população e, consequentemente, uma diminuição das condições sociais e económicas para o cuidado diário de idosos", indicou o coordenador académico do projeto, Nuno Pereira.

Devido a isso, "está a ser dada mais atenção aos sistemas de cuidados remotos para ajudar os pacientes a cuidar de si mesmos, diminuindo a necessidade de cuidados de saúde convencionais", acrescentou.

Segundo o docente do ISEP, a atividade física é uma característica importante de alguns dos novos sistemas de prevenção e monitorização, tendo os parâmetros relacionados com esta temática recebido um interesse crescente por parte dos profissionais de saúde.

O projeto foi desenvolvido sob a coorientação do investigador do centro de investigação Fraunhofer Portugal AICOS João Madureira, em parceria com a Universidade do Porto.

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